Flamengo 053 – Brasileirão – Rodada 36

Saudações Rubro-Negras! Mais uma vitória nessa reta final, contra um time de ponta. Um pouquinho de esperança nesse final de campeonato, teve bastante pontos positivos e negativos no time. Quais são as nossas reais chances de título? E vamos como sempre torcer para no final dar tudo certo. Temos novo participante fixo, o Victor que foi pé quente em sua estreia. Confira

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Flamengo 051 – Brasileirão – Rodada 34

Saudações Rubro-Negras! Vitória magra em casa, nos mantem matematicamente com esperança de título.  As alterações do técnico deram certo, mantem o Flamengo no topo com chances de garantir uma vaga direta na libertadores em breve. Análise do próximo jogo contra o Sport e reta final de campeonato.

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Flamengo 047 – Brasileirão – Rodada 31

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras. Não foi o resultado que queríamos contra o Líder do Campeonato. A luta continua, nada é impossível e vamos analisar como foi esse jogo e a projeção para os próximos jogos. Parabéns pelo dia do Rubro-Negro a todos nós.

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Hora de mostrar algo diferente

Chegou a hora de E. Ribeiro exibir algo no seu repertório que não apareceu ainda. Paquetá idem. Diego Ribas, que deve começar na reserva, tem mais uma chance de sair do status de “quase-ídolo”. Mas, não é desses caras que eu quero falar. Quero falar dos coadjuvantes.

Quero falar de César, que como disse no podcast, (se você não escutou, no nosso site ou no Spotify tem!) pegou uma situação delicada e vem lidando bem. Mas, o Paraná fragilizado passou e agora vem o Palmeiras, com parte do seu arsenal e a derrota na Libertadores na bagagem. É hora de César se consolidar, mostrar não só ao Flamengo, mas ao mundo que ele é um goleiro formado e que pode ser titular de um time grande.

Quero escrever sobre Léo Duarte. É o momento do jovem zagueiro, que vem fazendo um boníssimo campeonato, brilhar de fato, mostrar a Réver e a nós que ele não é futuro, é um presente bem colocado, que corta cruzamentos com qualidade e tem velocidade para acompanhar atacantes rápidos. Citei os jovens, mas também o relógio badala para nomes que estão aí há um tempo e a hora da verdade nunca chegou. Talvez, só talvez seja a hora.

Os ponteiros podem mostrar a Renê que ele tem que apresentar algo a mais, não só um futebol conservador, previsível. Em sua maioria eficiente, mas chato e facilmente combatido. O que falar para Rodinei/Pará? Porque para mim, são um só. Carreiras já estabelecidas no futebol brasileiro, certa fama, alguns títulos ali, histórias e resenhas a baldes, mas e o momento Gabiru? Aquilo que ficará gravado na cabeça das pessoas, algo que possa ser utilizado como argumento por anos e anos?

E Arão? Saiu do Botafogo, foi pro Flamengo, titularidade, queda de rendimento,reserva, volta como uma Fênix ao time principal. Falta o quê aí? O final épico, o berro do narrador resumindo as idas e vindas da vida. Porque não falo de Cuéllar? Pois, o colombiano já brilha, já foi à seleção de seu país e faz questão que a cada jogo seu nome seja lembrado. Não preciso falar dele.

E nem preciso falar de E. Ribeiro, Paquetá e Diego. Ribeiro é campeão, rico, consolidado e tem vaga aonde for. Paquetá vai para Itália, sentir o glamour de Milão. E Diego tem em mente tudo que já passou e o que precisa fazer. Mas, e o Dourado? Um cara legal. Surpreenda-me! E o Uribe? Maneiro…

Quero mesmo é ver as histórias dos conhecidos, mas que ficam de lado, que são folclóricos, que a torcida mal canta. É a chance real desses caras de terem um legado.

“O pecado original é limitar o ser”

Por André Zotês

Fala, galera… Tudo bem? Todos prontos para mais um “O Bardo Rubro Negro”? Decidi começar este texto, citando uma frase de Richard Bach, escritor que aprecio. Acho extremamente propícia ao momento vivido pelo rubro negro carioca. Se formos analisar bem, ela se enquadra perfeitamente na história de nosso velho DNA. Sim, aquele que brada um time vibrante e com jogadores de raça.

Não há como deixar de notarmos a melhora na motivação de alguns jogadores, como Vitinho, que até carrinho deu no Fla x Flu; ou Uribe, que parece ser o centroavante escolhido enfim, depois de tanto rodízio nessa posição.

Cabe ainda destacar que o Vitinho fez dois bons jogos seguidos, cruzando melhor, dando assistências para os gols, sendo menos “fominha”, mostrando mais disposição em campo, porém ainda precisar melhorar nas finalizações para marcar seus tentos.

Dorival não mexeu muito no time, além do que já falei acima, ele pôde treinar com o grupo por um tempo, algo que o Barbieri não teve, já que o Fla agora disputa somente o Brasileiro. Acredito que houve mais um trabalho motivacional por trás da equipe, e claro, com as ausências por lesão dos Diegos, tivemos a chance de vermos o César atuar um pouco mais e ganhar o ritmo de que necessita e o Paquetá atuar mais próximo da área adversária, sem tamanha obrigação com marcar e assim, voltar a render mais. Isso tudo nos mostra que ainda é possível sonhar como aconteceu em 2009. Basta fazer acontecer!

 

Dor de cabeça

Falando na volta dos Diegos, Dorival terá uma boa dor de cabeça pela frente, pois já se questiona nas redes e imprensa, se o Diego Ribas teria ou não espaço no time, pois o mesmo funcionou bem sem ele. Algo determinante para recuperação do Paquetá, como falei antes e também para a volta aos titulares de William Arão. O Diego Alves parece ser mais importante, com a liderança, experiência e fama de pegador de pênaltis, não que o Ribas não seja um líder ou não tenha experiência. Entretanto, é interessante vermos a desenvoltura do Éverton Ribeiro jogando com mais liberdade, Paquetá mais avançado, Vitinho mais flutuante, Uribe mais na área, tudo isso com a ajuda do Arão ao Cuéllar na cobertura desses avanços, sem que o mesmo perca aquele elemento surpresa nas finalizações.

Com Diego Ribas jogando, o time cadencia mais, apesar de ganhar em criação e finalização. A cobertura diminui com a saída do Arão, Paquetá precisa recuar mais, Vitinho e Éverton Ribeiro precisam marcar mais, Uribe tem que buscar mais a bola. E se a zaga não compactar mais com o meio campo como tem feito, a recomposição se torna lenta. Tudo isso deverá ser levado em conta pelo nosso técnico. Uma interessante opção de solução seria um rodízio com determinadas peças, visando à melhor estratégia diante de cada adversário. Ampliar mais as variações táticas. Vejamos…

 

Então, é isso. Hoje farei diferente do que costumo fazer aqui na coluna e teremos somente dois temas. Voltaremos em breve e espero que tenham gostado. Sigam nos acompanhando em todas as redes sociais… Saudações rubro negras, abraços!!!

Flamengo 045 – Brasileirão – Rodada 29

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras , Menos que 3 gols agora é pouco. Ótima vitória em um clássico, com nosso centroavante desencantando depois de uma seca de gols. Vamos na cola dos líderes com totais chances de título. Além de uma ótima participação do Vitor do podcast 4dois3um

Podcast do Convidado:

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Flamengo 041 – Brasileirão – Rodada 26

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras, Vitória difícil que da uma sobre vida para o nosso time no campeonato. Tivemos participação especial de Nick Marque do Podcasts Flamengo Cast.  Agora vamos na caça aos lideres, vamos também se preparar para encarar um jogo muito importante no meio da semana contra o Corinthians pela Copa Do Brasil. Alguém Viu o Host Tiago Rosas?

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Aonde foi parar?

Será que tudo dependia de Vinicius Jr. E Vizeu? Ou de Rueda? Em qual momento o futebol do Flamengo saiu e deu lugar a um jogo de bola que visa empatar os jogos?

O empate com o Vice é simbólico, pois mostra o potencial desperdiçado desse time. Perceba que Pará/Rodinei (porque eles são um só!) é isso aí que você vê duas vezes por semana. Não vai melhorar, muito menos piorar. Renê também. E aí vem o primeiro caso de desperdício de talento e dinheiro: Trauco. Sua capacidade ofensiva é inegável, tanto que foi à Copa. Já na defesa, com treinamentos e VONTADE, poderia melhorar e com uma volância decente… SHAZAM! Teríamos um lateral esquerdo rápido, bom de passe e que sabe cruzar. Mas, não… O que temos é um reserva que visivelmente quer ir embora. Renê não tem reserva. 


Zaga… É nítido que Rever não dá mais conta. A zaga titular seria Léo Duarte, já estabelecido e que ainda vai melhorar MUITO e, Thuler. Só que o garoto entrou, deu umas vaciladas (como todo garoto) e perdeu a vaga para o pseudo-capitão, lento e cansado. Léo joga por dois. Volantes? É lógico que na sua cabeça veio o nome de Cuellar. But… é só. Arão? Não se engane, essa fake melhora porque quer sair. Se alguém pensou em Rômulo, merece ir à forca. E não me venham com essa de “oportunidades”. Ele as teve. Quem poderia ajudar? Ronaldo. Mas, ninguém sabe porque o menino não joga. Jean Lucas entra no mérito do Thuler: Entrou, vacilou, é colocado pra escanteio. Quem entra? Arão. E o talento dos garotos lá no banco, com olheiros do mundo babando… 


Paquetá cansou. O esquema fudeu Paquetá. A Seleção iludiu ele. Todas essas alternativas são válidas. Mas, e aí? Vamos assistir ele “caindo” e não vai ser feito nada? Final do ano ele deve ir embora. É isso? Acabou? Novamente: olha o desperdício. E Diego? Everton Ribeiro? Todos eles podem mostrar algo a mais e alguma “coisa” está “segurando” isso. Diego queria ir para Copa, não foi. Vem Copa América aí. Ribeiro não pensa nisso? 


O ataque é um ponto destacado desse raciocínio. Acredite em mim: Dourado não vai melhorar muito mais que isso. É ISSO AÍ MESMO. Ainda que o meio campo melhore, laterais, se alcance a paz mundial e o Vasco seja campeão de algo; ele vai continuar sendo isso aí. Uribe? Não sabemos, mas nesse jogo contra os Vices, ele demonstrou alguma melhora. Talvez? E Lincoln? A capacidade que esse garoto tem e que pode e deve ser lapidada. Coloca ele de titular, aposta nele. Não fica esperando um cara como Dourado, que está do meio pro fim da carreira melhorar. Além dele, ainda tem o Vitor Gabriel que está arrebentando. Repetindo: potencial. 


Esse elenco do Flamengo pode mais. Independente de Barbieri, Luxa , Abel ou Guardiola. Cabem aos profissionais, que acredito eu, querem manter seus cargos; trabalharem e extraírem mais de quem PODE oferecer mais.

Um texto de Jefferson Montenegro