“Se os Ramones acreditavam em milagres, por que não eu?”

Fala, galera… Beleza? Todos prontos para mais um “O Bardo Rubro Negro”? Aqui é o André Zotês e vamos para mais essa prosa!

Tivemos neste último sábado, a “final antecipada”, o confronto dos milhõe$, a rivalidade Rio x SP, enfim, a possibilidade de um grande jogo entre o líder e o vice líder do Campeonato Brasileiro. Para o Palmeiras, valia a manutenção da liderança e em caso de vitória, uma quase garantia do título. Para o Fla, uma aproximação aos paulistas ainda mais agressiva, uma distância de um ponto apenas. E o que aconteceu?
Nada mudou. A caçada ao Porco continua. Tivemos uma etapa inicial muito truncada, Felipe Melo cumpriu bem sua função à frente da defesa alviverde, que jogava desfalcada e improvisada, e ainda sim, mostrou-se sólida. O Flamengo veio como tem vindo, com Arão em campo e Diego Ribas no banco. Ainda com Diego Alves fora até da reserva, isso certamente será tema de outro futuro papo aqui. O time se portou bem aproveitando o Luan improvisado (aqui quero me redimir, pois no último episódio do Flacast, o citei no lado esquerdo, quando na verdade jogou no lado direito), usando a força de nosso ataque por esse setor. Em contrapartida, Dudu ameaçava na direita, aproveitando a partida ruim do Pará.
Na etapa final, gol do Dudu logo no início e adivinhem por quê? Quem acertar ganha um açaí do Pará… Se o Fla já tinha maior posse, isso ficou ainda mais evidente, já que a melhor arma do Palmeiras é o contra ataque. Com o placar adverso, o rubro negro partiu pra cima. A partida melhorou e Dorival avançou a equipe. Colocou Diego Ribas para dar mais criação, sacou Arão; sacou também Uribe e adiantou o Paquetá, colocando Geuvânio (que mais uma vez, nada fez) e teve que tirar Vitinho com dores (onde temos que ressaltar que fez outro bom jogo) para colocar um improvável Marlos.
Eis que tivemos uma grata surpresa: ele fez o gol de empate, aleluia! E mais… Entrou tão bem quanto o Vitinho, seguiu dando trabalho aos palmeirenses e ainda deu belo passe para o Paquetá perder a bola do jogo. Se faz o gol…
A luta continua. Os próximos três jogos deles e os nossos, serão de suma importância para sabermos qual será o nosso destino. E o fator Libertadores para eles pode até nos ajudar. “Eu acredito em milagres”, disse Ramones. Por que a gente também não pode acreditar?

Falando em milagres…
Dorival já fez Vitinho render mais, fez a bola chegar pro Uribe fazer gols (até o Dourado tirou uma casquinha), fez o César renascer (e o Arão também), fez o time deixar de ser somente “arame liso”… Fez o Marlos fazer gol depois de 2 anos!
Falta só fazer o Geuvânio jogar. Se conseguir, já será feito santo na Gávea.

E por hoje é só, pessoal… Mantenhamos o foco e a fé e até breve!

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