Quase e se

28São duas palavras que a gente usa muito. Principalmente numa situação de proximidade e de condição. E ultimamente o Flamengo tem feito muito uso desses termos.

“Quase gol do Vitinho!” “Se a posse de bola fosse mais incisiva…” “Quase que a gente ganha!” “Se nossos adversários não tivessem pontuado…” “Quase que a defesa toma um gol dormindo!” “Se o Dourado tivesse mais habilidade…” “Quase que a gente passa mais uma vergonha!” “Se o Paquetá parasse de firular…” E por aí, vamos.

A verdade é que “se” seria muita coisa e “quase” é algo que a gente não pode mais ter. Agora é ou já era. É sim ou não. Agora ou nunca. Está na hora de acertar mais, de parar com o quase para não ficar pensando no se. É céu ou inferno, porque não há purgatório para o Flamengo, como diz o Apolinho. Tá dado o recado.

 

DNA rubro negro

Domingo agora vimos mais uma vez como o Flamengo não deve jogar. Barbieri errou novamente nas alterações e conseqüentemente na postura do time. O único acerto foi o Piris no lugar do Dourado, inofensivo,  para recompor o meio e nossa parte defensiva, após a expulsão do Cuéllar. Porém, a entrada do Arão, que há muito não vem rendendo, fez com que a gente parecesse estar com menos dois jogadores em campo. E Rhodolfo foi a senha para chamar o América para cima da gente. Era melhor ter entrado o Marlos para termos uma válvula de escape nos contragolpes e o Lincoln para talvez segurar um ou dois adversários na defesa dele e diminuir o ímpeto dos mineiros. Definitivamente, não está em nosso DNA jogarmos recuados…

 

Até quando

Dourado, Rodinei, Arão vão continuar assombrando a gente? Será que ninguém viu que está na hora do Rodinei esquentar um banco pro Pará? Será que realmente já não é hora do Arão respirar novos ares? E até quando o Lincoln vai esperar ter mais chances?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *