Flamengo 047 – Brasileirão – Rodada 31

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras. Não foi o resultado que queríamos contra o Líder do Campeonato. A luta continua, nada é impossível e vamos analisar como foi esse jogo e a projeção para os próximos jogos. Parabéns pelo dia do Rubro-Negro a todos nós.

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Hora de mostrar algo diferente

Chegou a hora de E. Ribeiro exibir algo no seu repertório que não apareceu ainda. Paquetá idem. Diego Ribas, que deve começar na reserva, tem mais uma chance de sair do status de “quase-ídolo”. Mas, não é desses caras que eu quero falar. Quero falar dos coadjuvantes.

Quero falar de César, que como disse no podcast, (se você não escutou, no nosso site ou no Spotify tem!) pegou uma situação delicada e vem lidando bem. Mas, o Paraná fragilizado passou e agora vem o Palmeiras, com parte do seu arsenal e a derrota na Libertadores na bagagem. É hora de César se consolidar, mostrar não só ao Flamengo, mas ao mundo que ele é um goleiro formado e que pode ser titular de um time grande.

Quero escrever sobre Léo Duarte. É o momento do jovem zagueiro, que vem fazendo um boníssimo campeonato, brilhar de fato, mostrar a Réver e a nós que ele não é futuro, é um presente bem colocado, que corta cruzamentos com qualidade e tem velocidade para acompanhar atacantes rápidos. Citei os jovens, mas também o relógio badala para nomes que estão aí há um tempo e a hora da verdade nunca chegou. Talvez, só talvez seja a hora.

Os ponteiros podem mostrar a Renê que ele tem que apresentar algo a mais, não só um futebol conservador, previsível. Em sua maioria eficiente, mas chato e facilmente combatido. O que falar para Rodinei/Pará? Porque para mim, são um só. Carreiras já estabelecidas no futebol brasileiro, certa fama, alguns títulos ali, histórias e resenhas a baldes, mas e o momento Gabiru? Aquilo que ficará gravado na cabeça das pessoas, algo que possa ser utilizado como argumento por anos e anos?

E Arão? Saiu do Botafogo, foi pro Flamengo, titularidade, queda de rendimento,reserva, volta como uma Fênix ao time principal. Falta o quê aí? O final épico, o berro do narrador resumindo as idas e vindas da vida. Porque não falo de Cuéllar? Pois, o colombiano já brilha, já foi à seleção de seu país e faz questão que a cada jogo seu nome seja lembrado. Não preciso falar dele.

E nem preciso falar de E. Ribeiro, Paquetá e Diego. Ribeiro é campeão, rico, consolidado e tem vaga aonde for. Paquetá vai para Itália, sentir o glamour de Milão. E Diego tem em mente tudo que já passou e o que precisa fazer. Mas, e o Dourado? Um cara legal. Surpreenda-me! E o Uribe? Maneiro…

Quero mesmo é ver as histórias dos conhecidos, mas que ficam de lado, que são folclóricos, que a torcida mal canta. É a chance real desses caras de terem um legado.

Flamengo 046 – Brasileirão – Rodada 30

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras , Vitória prevista, porem necessária para motivar e assegurar nossa melhora diante do próximo jogo contra o líder do campeonato. Polêmicas e muito mais. Confira

 

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“O pecado original é limitar o ser”

Por André Zotês

Fala, galera… Tudo bem? Todos prontos para mais um “O Bardo Rubro Negro”? Decidi começar este texto, citando uma frase de Richard Bach, escritor que aprecio. Acho extremamente propícia ao momento vivido pelo rubro negro carioca. Se formos analisar bem, ela se enquadra perfeitamente na história de nosso velho DNA. Sim, aquele que brada um time vibrante e com jogadores de raça.

Não há como deixar de notarmos a melhora na motivação de alguns jogadores, como Vitinho, que até carrinho deu no Fla x Flu; ou Uribe, que parece ser o centroavante escolhido enfim, depois de tanto rodízio nessa posição.

Cabe ainda destacar que o Vitinho fez dois bons jogos seguidos, cruzando melhor, dando assistências para os gols, sendo menos “fominha”, mostrando mais disposição em campo, porém ainda precisar melhorar nas finalizações para marcar seus tentos.

Dorival não mexeu muito no time, além do que já falei acima, ele pôde treinar com o grupo por um tempo, algo que o Barbieri não teve, já que o Fla agora disputa somente o Brasileiro. Acredito que houve mais um trabalho motivacional por trás da equipe, e claro, com as ausências por lesão dos Diegos, tivemos a chance de vermos o César atuar um pouco mais e ganhar o ritmo de que necessita e o Paquetá atuar mais próximo da área adversária, sem tamanha obrigação com marcar e assim, voltar a render mais. Isso tudo nos mostra que ainda é possível sonhar como aconteceu em 2009. Basta fazer acontecer!

 

Dor de cabeça

Falando na volta dos Diegos, Dorival terá uma boa dor de cabeça pela frente, pois já se questiona nas redes e imprensa, se o Diego Ribas teria ou não espaço no time, pois o mesmo funcionou bem sem ele. Algo determinante para recuperação do Paquetá, como falei antes e também para a volta aos titulares de William Arão. O Diego Alves parece ser mais importante, com a liderança, experiência e fama de pegador de pênaltis, não que o Ribas não seja um líder ou não tenha experiência. Entretanto, é interessante vermos a desenvoltura do Éverton Ribeiro jogando com mais liberdade, Paquetá mais avançado, Vitinho mais flutuante, Uribe mais na área, tudo isso com a ajuda do Arão ao Cuéllar na cobertura desses avanços, sem que o mesmo perca aquele elemento surpresa nas finalizações.

Com Diego Ribas jogando, o time cadencia mais, apesar de ganhar em criação e finalização. A cobertura diminui com a saída do Arão, Paquetá precisa recuar mais, Vitinho e Éverton Ribeiro precisam marcar mais, Uribe tem que buscar mais a bola. E se a zaga não compactar mais com o meio campo como tem feito, a recomposição se torna lenta. Tudo isso deverá ser levado em conta pelo nosso técnico. Uma interessante opção de solução seria um rodízio com determinadas peças, visando à melhor estratégia diante de cada adversário. Ampliar mais as variações táticas. Vejamos…

 

Então, é isso. Hoje farei diferente do que costumo fazer aqui na coluna e teremos somente dois temas. Voltaremos em breve e espero que tenham gostado. Sigam nos acompanhando em todas as redes sociais… Saudações rubro negras, abraços!!!

Flamengo 045 – Brasileirão – Rodada 29

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras , Menos que 3 gols agora é pouco. Ótima vitória em um clássico, com nosso centroavante desencantando depois de uma seca de gols. Vamos na cola dos líderes com totais chances de título. Além de uma ótima participação do Vitor do podcast 4dois3um

Podcast do Convidado:

http://www.megafono.host/podcast/4dois3um

 

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Até onde podemos chegar?

Em 2019, nos despediremos de Lucas Paquetá. Mais um que se vai, de um Flamengo promissor, de bom desempenho, mas que só ganhou um Carioca. O Fla do futuro que ficou e ficará (olha aí, “De Volta para o Futuro”!) no passado. O Fla de Vizeu, Vini Jr e Paquetá.

Esse Flamengo ainda briga pelo Campeonato Brasileiro 2018. Vitória forte e firme sobre o Corinthians, semana passada, que trouxe certo ânimo num final de ano que prometia ser melancólico.

O placar de 3×0 no time paulista mostra todos os “mundos” que compõem o universo rubro negro atual: um time que joga bem competições de pontos corridos, jogadores que são de “médio” para “bom”, uma necessidade latente de motivação extra vindoura de um psicológico diferente, frágil. Os bonecos que ganham do Corinthians na Arena deles, quebrando um tabu de anos e voltando para briga do título, são os mesmo que empataram em zero a zero num Maracanã lotado, com o adversário claramente medroso, e perderam em São Paulo com um gol de jogador que estava apenas com 30 seg em campo. Ou seja, o Flamengo é uma loucura.

E é essa loucura que pode catapultá-los ao título. Pipocam noticias da possível saída de Diego. Não se sabe o futuro de muitos jovens, alguns são utilizados, outros desprezados.  Quem é o atacante titular? Dourado irá sair? E Lincoln? Quem será o presidente?

O Fla 2018 pode ser campeão única e especificamente por conta de sua bagunça institucionalizada, que move misteriosamente coisas na Gávea e em Vargem Grande. Talvez se Paquetá ficasse, Diego já renovasse contrato, Dourado artilheiro do campeonato e ninguém se machucasse, nós não iríamos acreditar no título.

O Flamengo mais organizado em anos é bagunçado por natureza. Talvez nós, rubro negros de verdade, sentimos uma naturalidade e até um sorrisinho “saia entre os dentes” com as noticias. Até o final do ano alguém cairá na porrada lá dentro para ficar bom.

A tabela chama, tão bagunçada quanto um clássico é proclamado e, os adversários estão tão zoados quanto a gente. Se muitos pediam que o futebol brasileiro respirasse, está aí. Ninguém é de ninguém, não existe estabilidade, os pontos e bolinha da Globo, tremem a cada segundo.

Essa é a hora de ir ao Maracanã. A hora de parar na frente da TV, de berrar no áudio de Whats App, de encher o saco no Facebook sem ser por conta de eleição. É hora de ser Flamengo em sua essência.

Flamengo 044 – Brasileirão – Rodada 28

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras , Não deu na Copa do Brasil, porém goleamos no Brasileirão o Corinthians na casa deles. Uma vitória para dar moral e buscar o Hepta. Oque teve de diferente no time? Oque projetar daqui para frente. Confira.

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Eles estão em 2019

Eles estão em 2019

Nós não. Nós acreditamos em uma boa campanha na Libertadores. Esperávamos pelo menos a final da Copa do Brasil.

Só que eles não. Parece-me que as pessoas envolvidas com o Flamengo 2018 estão mais preocupadas com seus objetivos pessoais e suas particularidades. Não sei se Barbieri perdeu o vestiário, incomodou alguém lá dentro ou só não fazia parte do grupo de Whats App. O que eu sei é que a parcela de culpa dele é a menor.

Todos sabem que esse elenco tem talento e toda estrutura para trabalhar e brigar por qualquer título na América do Sul. E por que constantemente eles decepcionam? Por que empatar com o Bahia, num jogo onde claramente o time adversário era inferior?

Tudo tem sua taxa de sorte e azar, mas e a parte do treinamento, competência e principalmente, vontade? Basta assistir Cuéllar jogando quinze minutos e percebe-se o meu ponto. Ele não é perfeito, ele erra e tem suas deficiências. Mas, o que esse cara entrega é o MÍNIMO que um jogador deve deixar em campo. Se todos tivessem a mesma atitude, alguns resultados seriam diferentes.
Outro que justifica minhas linhas é W. Arão. Quem escuta nosso podcast sabe que não gosto do futebol dele. Não sei quais são os reais motivos de sua melhora, mas é inegável que HOUVE uma melhora. Por que E. Ribeiro não consegue entregar o mesmo tipo de resultado? Réver? Pará?

Se Dorival Jr tiver algum sucesso, seu mérito será apenas conscientizar e motivar aqueles bonecos dos benefícios que o coletivo pode trazer ao privado. É perceptível o desinteresse, falta de motivação e aquele “algo a mais” que times campeões mostram.

O Flamengo 2018 ainda está na disputa do Campeonato Brasileiro. É necessário treinamento, organização e a utilização das melhores peças. Mais fácil esperar bons momentos de Lincoln e Uribe do que do H. Dourado. Trauco pode ajudar mais do que Renê. Pará e Rodinei, bom… Aí, fica difícil né?

Diego, E. Ribeiro e Paquetá podem e DEVEM jogar mais. Se o mínimo for feito, as redes sociais serem deixadas de lado e o foco for jogo a jogo, explorando nossos pontos fortes, é possível.
Mas, se o interesse for apenas renovação de contrato, ida ao exterior, férias em família na Disney e convocações para seleção brasileira baseadas em lobby e não em futebol, aí todos devemos pensar em 2019.