Quase e se

28São duas palavras que a gente usa muito. Principalmente numa situação de proximidade e de condição. E ultimamente o Flamengo tem feito muito uso desses termos.

“Quase gol do Vitinho!” “Se a posse de bola fosse mais incisiva…” “Quase que a gente ganha!” “Se nossos adversários não tivessem pontuado…” “Quase que a defesa toma um gol dormindo!” “Se o Dourado tivesse mais habilidade…” “Quase que a gente passa mais uma vergonha!” “Se o Paquetá parasse de firular…” E por aí, vamos.

A verdade é que “se” seria muita coisa e “quase” é algo que a gente não pode mais ter. Agora é ou já era. É sim ou não. Agora ou nunca. Está na hora de acertar mais, de parar com o quase para não ficar pensando no se. É céu ou inferno, porque não há purgatório para o Flamengo, como diz o Apolinho. Tá dado o recado.

 

DNA rubro negro

Domingo agora vimos mais uma vez como o Flamengo não deve jogar. Barbieri errou novamente nas alterações e conseqüentemente na postura do time. O único acerto foi o Piris no lugar do Dourado, inofensivo,  para recompor o meio e nossa parte defensiva, após a expulsão do Cuéllar. Porém, a entrada do Arão, que há muito não vem rendendo, fez com que a gente parecesse estar com menos dois jogadores em campo. E Rhodolfo foi a senha para chamar o América para cima da gente. Era melhor ter entrado o Marlos para termos uma válvula de escape nos contragolpes e o Lincoln para talvez segurar um ou dois adversários na defesa dele e diminuir o ímpeto dos mineiros. Definitivamente, não está em nosso DNA jogarmos recuados…

 

Até quando

Dourado, Rodinei, Arão vão continuar assombrando a gente? Será que ninguém viu que está na hora do Rodinei esquentar um banco pro Pará? Será que realmente já não é hora do Arão respirar novos ares? E até quando o Lincoln vai esperar ter mais chances?

Flamengo 2018

Fala, galera! Saudações Rubro Negras!!! Eu sou o André Zotês, um dos colaboradores fixos do nosso podcast e vou estrear com vocês um espaço para debates, que tentarei com que seja semanal, ok? Ainda não decidi como chamar, se vocês tiverem sugestões, mandem pra gente aqui na página, beleza? Então, vamos começar imaginando como poderia ser um plantel da seguinte maneira:

Goleiros – Diego Alves, César, Thiago e Gabriel Batista. Na base, temos o Hugo Souza e o Yago. Estamos bem servidos.

Laterais direito – Podemos vender/rescindir com o Pará. Deixa o Rodinei pra reserva, dá mais espaço pro Klebinho e contrata um novo. Poderia ser o Zeca (joga nos 2 lados) que queria jogar no Fla e só não veio por causa do problema com o Santos.

Laterais esquerdo – vendemos o Trauco, não queria mais ficar. Deixa o Renê, dá mais espaço pro Michael e contrata um novo. Poderia ser o Ayrton Lucas.

Zagueiros – Juan vai se aposentar. Réver e Rhodolfo são mais velhos. Temos o Léo Duarte e o Thuler de novos. Sobe o Dantas. Contrata o Polenta que tava sem contrato.

Volantes – vendemos o Rômulo. Ficamos com o Cuéllar, Piris, Ronaldo, Arão e Jean Lucas. Sobe o Hugo Moura que também pode fazer a zaga.

Meias – Diego, Paquetá, Éverton Ribeiro, Matheus Sávio. Pode subir o Pepê pra repôr o Diego, quando precisar.

Atacantes – Deixa o Guerrero ir. Vende o Dourado. Devolve o Geuvânio. Ficamos com o Uribe e Lincoln de centroavantes e pode subir o Vitor Gabriel. Nas pontas, ficamos com o Marlos, Vitinho, Berrio e dá mais espaço pro Lucas Silva.

Acho que é isso. Alguma outra sugestão? Fiz isso como um exercício de montagem de elenco priorizando a juventude dos nossos garotos do Ninho.

OBS: se o Paquetá for vendido, poderiam trazer o Quintero ou algum outro nome de peso.

Abração galera, não esqueçam de nos acompanhar nas demais redes sociais, no Spotify e em nossa página e até semana que vem!!!