Flamengo 051 – Brasileirão – Rodada 34

Saudações Rubro-Negras! Vitória magra em casa, nos mantem matematicamente com esperança de título.  As alterações do técnico deram certo, mantem o Flamengo no topo com chances de garantir uma vaga direta na libertadores em breve. Análise do próximo jogo contra o Sport e reta final de campeonato.

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Flamengo 050 – Brasileirão – Rodada 33

Saudações Rubro-Negras! Em clima de final de festa lançamos mais um episódio. Foi preciso rir para não chorar. Um final de campeonato melancólico, contra um time inferior ao nosso. Escute nossas análises de como devemos juntar os cacos para o final de temporada e início da próxima. Participação especial Vitor podcast 4dois3um

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“Se os Ramones acreditavam em milagres, por que não eu?”

Fala, galera… Beleza? Todos prontos para mais um “O Bardo Rubro Negro”? Aqui é o André Zotês e vamos para mais essa prosa!

Tivemos neste último sábado, a “final antecipada”, o confronto dos milhõe$, a rivalidade Rio x SP, enfim, a possibilidade de um grande jogo entre o líder e o vice líder do Campeonato Brasileiro. Para o Palmeiras, valia a manutenção da liderança e em caso de vitória, uma quase garantia do título. Para o Fla, uma aproximação aos paulistas ainda mais agressiva, uma distância de um ponto apenas. E o que aconteceu?
Nada mudou. A caçada ao Porco continua. Tivemos uma etapa inicial muito truncada, Felipe Melo cumpriu bem sua função à frente da defesa alviverde, que jogava desfalcada e improvisada, e ainda sim, mostrou-se sólida. O Flamengo veio como tem vindo, com Arão em campo e Diego Ribas no banco. Ainda com Diego Alves fora até da reserva, isso certamente será tema de outro futuro papo aqui. O time se portou bem aproveitando o Luan improvisado (aqui quero me redimir, pois no último episódio do Flacast, o citei no lado esquerdo, quando na verdade jogou no lado direito), usando a força de nosso ataque por esse setor. Em contrapartida, Dudu ameaçava na direita, aproveitando a partida ruim do Pará.
Na etapa final, gol do Dudu logo no início e adivinhem por quê? Quem acertar ganha um açaí do Pará… Se o Fla já tinha maior posse, isso ficou ainda mais evidente, já que a melhor arma do Palmeiras é o contra ataque. Com o placar adverso, o rubro negro partiu pra cima. A partida melhorou e Dorival avançou a equipe. Colocou Diego Ribas para dar mais criação, sacou Arão; sacou também Uribe e adiantou o Paquetá, colocando Geuvânio (que mais uma vez, nada fez) e teve que tirar Vitinho com dores (onde temos que ressaltar que fez outro bom jogo) para colocar um improvável Marlos.
Eis que tivemos uma grata surpresa: ele fez o gol de empate, aleluia! E mais… Entrou tão bem quanto o Vitinho, seguiu dando trabalho aos palmeirenses e ainda deu belo passe para o Paquetá perder a bola do jogo. Se faz o gol…
A luta continua. Os próximos três jogos deles e os nossos, serão de suma importância para sabermos qual será o nosso destino. E o fator Libertadores para eles pode até nos ajudar. “Eu acredito em milagres”, disse Ramones. Por que a gente também não pode acreditar?

Falando em milagres…
Dorival já fez Vitinho render mais, fez a bola chegar pro Uribe fazer gols (até o Dourado tirou uma casquinha), fez o César renascer (e o Arão também), fez o time deixar de ser somente “arame liso”… Fez o Marlos fazer gol depois de 2 anos!
Falta só fazer o Geuvânio jogar. Se conseguir, já será feito santo na Gávea.

E por hoje é só, pessoal… Mantenhamos o foco e a fé e até breve!

Flamengo 047 – Brasileirão – Rodada 31

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras. Não foi o resultado que queríamos contra o Líder do Campeonato. A luta continua, nada é impossível e vamos analisar como foi esse jogo e a projeção para os próximos jogos. Parabéns pelo dia do Rubro-Negro a todos nós.

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Hora de mostrar algo diferente

Chegou a hora de E. Ribeiro exibir algo no seu repertório que não apareceu ainda. Paquetá idem. Diego Ribas, que deve começar na reserva, tem mais uma chance de sair do status de “quase-ídolo”. Mas, não é desses caras que eu quero falar. Quero falar dos coadjuvantes.

Quero falar de César, que como disse no podcast, (se você não escutou, no nosso site ou no Spotify tem!) pegou uma situação delicada e vem lidando bem. Mas, o Paraná fragilizado passou e agora vem o Palmeiras, com parte do seu arsenal e a derrota na Libertadores na bagagem. É hora de César se consolidar, mostrar não só ao Flamengo, mas ao mundo que ele é um goleiro formado e que pode ser titular de um time grande.

Quero escrever sobre Léo Duarte. É o momento do jovem zagueiro, que vem fazendo um boníssimo campeonato, brilhar de fato, mostrar a Réver e a nós que ele não é futuro, é um presente bem colocado, que corta cruzamentos com qualidade e tem velocidade para acompanhar atacantes rápidos. Citei os jovens, mas também o relógio badala para nomes que estão aí há um tempo e a hora da verdade nunca chegou. Talvez, só talvez seja a hora.

Os ponteiros podem mostrar a Renê que ele tem que apresentar algo a mais, não só um futebol conservador, previsível. Em sua maioria eficiente, mas chato e facilmente combatido. O que falar para Rodinei/Pará? Porque para mim, são um só. Carreiras já estabelecidas no futebol brasileiro, certa fama, alguns títulos ali, histórias e resenhas a baldes, mas e o momento Gabiru? Aquilo que ficará gravado na cabeça das pessoas, algo que possa ser utilizado como argumento por anos e anos?

E Arão? Saiu do Botafogo, foi pro Flamengo, titularidade, queda de rendimento,reserva, volta como uma Fênix ao time principal. Falta o quê aí? O final épico, o berro do narrador resumindo as idas e vindas da vida. Porque não falo de Cuéllar? Pois, o colombiano já brilha, já foi à seleção de seu país e faz questão que a cada jogo seu nome seja lembrado. Não preciso falar dele.

E nem preciso falar de E. Ribeiro, Paquetá e Diego. Ribeiro é campeão, rico, consolidado e tem vaga aonde for. Paquetá vai para Itália, sentir o glamour de Milão. E Diego tem em mente tudo que já passou e o que precisa fazer. Mas, e o Dourado? Um cara legal. Surpreenda-me! E o Uribe? Maneiro…

Quero mesmo é ver as histórias dos conhecidos, mas que ficam de lado, que são folclóricos, que a torcida mal canta. É a chance real desses caras de terem um legado.

Flamengo 046 – Brasileirão – Rodada 30

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras , Vitória prevista, porem necessária para motivar e assegurar nossa melhora diante do próximo jogo contra o líder do campeonato. Polêmicas e muito mais. Confira

 

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“O pecado original é limitar o ser”

Por André Zotês

Fala, galera… Tudo bem? Todos prontos para mais um “O Bardo Rubro Negro”? Decidi começar este texto, citando uma frase de Richard Bach, escritor que aprecio. Acho extremamente propícia ao momento vivido pelo rubro negro carioca. Se formos analisar bem, ela se enquadra perfeitamente na história de nosso velho DNA. Sim, aquele que brada um time vibrante e com jogadores de raça.

Não há como deixar de notarmos a melhora na motivação de alguns jogadores, como Vitinho, que até carrinho deu no Fla x Flu; ou Uribe, que parece ser o centroavante escolhido enfim, depois de tanto rodízio nessa posição.

Cabe ainda destacar que o Vitinho fez dois bons jogos seguidos, cruzando melhor, dando assistências para os gols, sendo menos “fominha”, mostrando mais disposição em campo, porém ainda precisar melhorar nas finalizações para marcar seus tentos.

Dorival não mexeu muito no time, além do que já falei acima, ele pôde treinar com o grupo por um tempo, algo que o Barbieri não teve, já que o Fla agora disputa somente o Brasileiro. Acredito que houve mais um trabalho motivacional por trás da equipe, e claro, com as ausências por lesão dos Diegos, tivemos a chance de vermos o César atuar um pouco mais e ganhar o ritmo de que necessita e o Paquetá atuar mais próximo da área adversária, sem tamanha obrigação com marcar e assim, voltar a render mais. Isso tudo nos mostra que ainda é possível sonhar como aconteceu em 2009. Basta fazer acontecer!

 

Dor de cabeça

Falando na volta dos Diegos, Dorival terá uma boa dor de cabeça pela frente, pois já se questiona nas redes e imprensa, se o Diego Ribas teria ou não espaço no time, pois o mesmo funcionou bem sem ele. Algo determinante para recuperação do Paquetá, como falei antes e também para a volta aos titulares de William Arão. O Diego Alves parece ser mais importante, com a liderança, experiência e fama de pegador de pênaltis, não que o Ribas não seja um líder ou não tenha experiência. Entretanto, é interessante vermos a desenvoltura do Éverton Ribeiro jogando com mais liberdade, Paquetá mais avançado, Vitinho mais flutuante, Uribe mais na área, tudo isso com a ajuda do Arão ao Cuéllar na cobertura desses avanços, sem que o mesmo perca aquele elemento surpresa nas finalizações.

Com Diego Ribas jogando, o time cadencia mais, apesar de ganhar em criação e finalização. A cobertura diminui com a saída do Arão, Paquetá precisa recuar mais, Vitinho e Éverton Ribeiro precisam marcar mais, Uribe tem que buscar mais a bola. E se a zaga não compactar mais com o meio campo como tem feito, a recomposição se torna lenta. Tudo isso deverá ser levado em conta pelo nosso técnico. Uma interessante opção de solução seria um rodízio com determinadas peças, visando à melhor estratégia diante de cada adversário. Ampliar mais as variações táticas. Vejamos…

 

Então, é isso. Hoje farei diferente do que costumo fazer aqui na coluna e teremos somente dois temas. Voltaremos em breve e espero que tenham gostado. Sigam nos acompanhando em todas as redes sociais… Saudações rubro negras, abraços!!!

Flamengo 045 – Brasileirão – Rodada 29

Salve, salve torcida do Flamengo! Saudações Rubro-Negras , Menos que 3 gols agora é pouco. Ótima vitória em um clássico, com nosso centroavante desencantando depois de uma seca de gols. Vamos na cola dos líderes com totais chances de título. Além de uma ótima participação do Vitor do podcast 4dois3um

Podcast do Convidado:

http://www.megafono.host/podcast/4dois3um

 

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